32 discos que você deveria ouvir em Outubro

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Entre lançamentos de discos nacionais e internacionais, veja o que de melhor saiu em Outubro de 2017

Outubro chega ao final e com ele o último mês onde há uma quantidade considerável de lançamentos importantes na indústria fonográfica. Em Novembro diminui e em Dezembro eles são quase nulos.

Isso porque todo mundo já vai se preparando para escolher o que rolou de melhor no ano e quem ainda não lançou seu álbum deixa para o ano seguinte, com o intuito de divulgar melhor o trabalho.

Mas o ano ainda não acabou, Outubro nos reservou retornos de figurões como Robert Plant, Marilyn Manson Liam Gallagher, além de lançamentos interessantíssimos de nomes como Julien Baker, St. Vincent, Tiê, August Burns Red e mais.

Separamos 32 discos entre nacionais e internacionais na sequência e como chegamos ao fim do mês todos já estão disponíveis na sua plataforma de streaming favorita.

Divirta-se!

 

Marilyn Manson – Heaven Upside Down

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Marilyn Manson está passando por uma fase conturbada de sua vida pessoal e profissional, tendo sofrido um acidente no palco e afastado o colaborador de longa data, Twiggy Ramirez, após denúncias de abuso.

Seu novo disco, porém, é uma volta do músico à boa forma e mostra grandes canções divulgadas através de vídeos impactantes como só ele sabe fazer.

 

Liam Gallagher – As You Were

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Liam Gallagher sempre teve receio de iniciar uma carreira solo, mas anos após o fim do Oasis ele finalmente o fez e nós agradecemos.

As You Were mostra um conjunto de músicas que evidenciam a voz marcante do cara e ao mesmo tempo que nos levam aos anos 90 ainda soam como boas novas para o Rock And Roll.

 

St. Vincent – MASSEDUCTION

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St. Vincent jamais decepciona, e seu novo disco de estúdio definitivamente estará na maioria das listas de melhores álbuns do ano em Dezembro.

Em MASSEDUCTION a cantora apresenta, com maestria, incursões que vão do pop ao piano para falar tanto da sociedade rica de Los Angeles quanto de aspectos mais pessoais da sua vida, tudo com um lado sensual bastante evidente desde a capa.

 

Citizen – As You Please

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Citizen é apontado como um dos grandes nomes do chamado emo revival e em seu novo disco, As You Please, não apenas mostra canções voltadas ao gênero como também apresenta suas abordagens para o indie rock.

Recomendamos!

 

Robert Plant – Carry Fire

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A reunião do Led Zeppelin parece distante de acontecer, mas Robert Plant segue em frente com sua carreira solo

Carry Fire é o décimo primeiro álbum do músico, o segundo com a banda Sensational Space Shifters, e conta com a participação de Chrissie Hynde.

 

Courtney Barnett e Kurt Vile – Lotta Sea Lice

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Kurt e Courtney estão juntos novamente, mas nesse caso estamos falando de dois dos artistas mais queridinhos do indie que resolveram unir forças.

No disco colaborativo Lotta Sea Lice, Courtney Barnett Kurt Vile mostram seus traços únicos para o indie e o folk, e transformam tudo em um belo trabalho.

 

Weezer – Pacific Daydream

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Weezer não para: após lançar o elogiado White Album em 2016, já voltou com Pacific Daydream e no ano que vem deve disponibilizar mais um disco com Black Album.

Falando especificamente sobre o lançamento de Outubro, aqui a banda aborda o pop como poucas vezes fez na carreira anteriormente.

 

Julien Baker – Turn Out The Lights

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Julien Baker é uma força da natureza.

A talentosíssima cantora e guitarrista tem apenas 22 anos de idade e em 2015 lançou seu disco de estreia, o ótimo Sprained Ankle.

Dois anos depois Julien está de volta com Turn Out The Lights e um álbum que consegue somar novos elementos como cordas que dão grandeza à sua sonoridade minimalista e fazem de cada uma das canções algo grandioso, acompanhando sua voz incrível.

 

Tiê – Gaya

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Tiê é um dos grandes nomes da música nacional e, não à toa, já está escalada para a edição de 2018 do festival Lollapalooza Brasil.

Por lá ela irá divulgar seu novo álbum, Gaya, que é uma viagem por diversos territórios diferentes, sem espaço para fronteiras, onde ela flerta com ritmos que vão desde o rock alternativo até a música popular, contando com participações nada óbvias como a de Luan Santana.

 

P!nk – Beautiful Trauma

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Cinco anos após seu último álbum a cantora P!nk voltou e mostrou que não está para brincadeira.

Lançou um disco sólido, ousado, com um time de colaboradores incrível e a participação de Eminem.

Após rodar o mundo para mostrar o álbum e discutir estratégias de divulgação em sedes de serviços de streaming pelo mundo, ela vem quebrando vários recordes com o álbum.

 

William Patrick Corgan – Ogilala

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Usando seu nome de batismo, Billy Corgan está lançando um novo disco solo produzido por Rick Rubin.

Ogilala é o segundo álbum do líder do Smashing Pumpkins como artista solo e o próprio já disse que desde Siamese Dream (1993) não escrevia canções tão confessionais.

 

The Black Dahlia Murder – Nightbringers

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Nightbringers, oitavo disco de estúdio da banda de death metal The Black Dahlia Murdervem sendo elogiadíssimo pela crítica em um momento parecido com o que aconteceu com o Deafheaven e Sunbather, por exemplo.

Mais pesado e menos melódico que a banda que encantou todo mundo em 2013, o Black Dahlia Murder promete agradar muita gente com o álbum.

August Burns Red – Phantom Anthem

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Outra banda de rock pesado que está fazendo bonito com seu novo disco é o August Burns Red.

Além de elogiado pela crítica, Phantom Anthem chegou até a posição de número 19 na Billboard 200, a parada de vendas mais importante dos Estados Unidos.

 

Beck – Colors

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Após ganhar o Grammy de disco do ano com o excelente Morning Phase, lançado em 2014, Beck voltou à ativa com Colors.

Como é comum na carreira do músico, ele passou longe de repetir uma mesma fórmula e aqui aposta bastante no pop, mas o resultado é confuso.

The Darkness – Pinewood Smile

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Você se lembra do The Darkness, aquele grupo britânico que em 2003 resolveu reativar o glam metal e teve sucesso com hits como “I Believe In A Thing Called Love”?

Pois bem, os caras seguem firmes e fortes e acabaram de lançar seu quinto álbum, Pinewood Smile, com essa capa de gosto extremamente duvidoso.

Wolf Parade – Cry Cry Cry

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Formada em 2003, a banda canadense Wolf Parade resolveu encerrar as atividades em 2011 e esse hiato durou até 2016.

Cry Cry Cry é o primeiro disco do grupo de rock alternativo desde 2010.

 

Bullet Bane – Continental

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Continental marca uma nova fase para a banda brasileira Bullet Bane e não é apenas porque aqui o grupo canta em Português.

Além disso, a sonoridade dos caras ganhou novos elementos e o hardcore aparece no álbum aliado a gêneros como post-hardcore, indie e sons que nos lembram de bandas como Menores Atos.

Knuckle Puck – Shapeshifter

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Em 2015 a banda de pop-punk Knuckle Puck chamou a atenção de muita gente com seu disco de estreia, Copacetic, e agora é hora de ouvir o segundo trabalho.

Shapeshifter foi lançado pela influente Rise Records.

Wu-Tang – The Saga Continues

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Por falar em influência, The Saga Continues é o nome de um novo álbum de um dos grupos de hip hop mais importantes de todos os tempos, o Wu-Tang Clan.

Aqui o grupo reduziu o nome para Wu-Tang com a ideia de mostrar que todos os integrantes estão presentes, menos U-God, que briga com a banda por conta de royalties.

King Krule – The Ooz

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King Krule é o nome artístico de Archy Ivan Marshall, um jovem músico britânico de 23 anos que tem talento o suficiente para ir (muito bem) do jazz ao punk passando pelo hip hop.

Seu terceiro disco de estúdio, The Ooz, tem sido muito elogiado pela crítica e merece ser ouvido com muita atenção, acompanhado de um charuto e um belo copo cheio de whisky.

The Front Bottoms – Going Gray

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Misturar folk, indie e punk é o que a banda The Front Bottoms sabe fazer de melhor e os caras estão de volta com seu sexto disco de estúdio.

Bully – Losing

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Bully é um projeto liderado por Alicia Bognanno que em 2015 lançou seu primeiro disco, o elogiado Feels Like.

Dois anos depois a gravadora Sub Pop é a nova casa da moça para disponibilizar Losing, seu segundo disco, cheio de influências do grunge e do punk.

The Used – The Canyon

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Três anos desde o lançamento de Imaginary Enemy, o The Used está de volta com um ambicioso disco de quase 1 hora e 20 minutos de duração.

The Canyon navega com ritmos e influências do rock alternativo, post-punk revival e emo, e também é o primeiro disco desde a entrada do guitarrista Justin Shekoski, que substituiu Quinn Allman.

Gregory Porter – Nat “King” Cole & Me

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O músico de jazz e blues Gregory Porter está com um novo disco intitulado Nat “King” Cole & Me, um grande tributo ao seu ídolo Nat King Cole.

Nele, Porter recria grandes obras da carreira de Cole, como “Mona Lisa”, “L-O-V-E,” “Nature Boy,” e também “Smile”, um dos últimos singles do trabalho a ser lançado.

Trivium – The Sin and the Sentence

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O grupo de heavy metal Trivium lançou no último dia 20 The Sin and the Sentence, seu oitavo álbum de estúdio.

Esse é um disco especial na carreira do grupo pois marca a volta dos vocais “gritados” de Matt Heafy. O músico havia decidido poupar a sua voz durante as gravações do penúltimo álbum do grupo, Silence in the Snow, devido a problemas de saúde.

Stereophonics – Scream Above The Sounds

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Stereophonics retornou com um novo álbum no último fim de semana. Intitulado Scream Above The Sounds, o trabalho foi produzido por Jim Lowe junto do cantor e guitarrista da banda Kelly Jones.

Fever Ray – Plunge

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Fever Ray foi criado como um projeto paralelo da cantora Karin Dreijer Andersson, metade da dupla de música eletrônica The Knife. Agora que a dupla encerrou suas atividades, parece que o projeto voltou com tudo e acaba de lançar um novo álbum de surpresa com Plunge.

Com um som variado, o disco foi uma evolução natural de seu predecessor e acabou sendo muito elogiado pela crítica mundial.

The Lillingtons – Stella Sapiente

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A banda de pop punk The Lillingtons voltou esse mês com seu primeiro álbum de estúdio em 11 anos, intitulado Stella Sapiente.

Com uma capa “sombria” e doze faixas inéditas, o trabalho saiu sob o selo da Fat Wreck Chords, gravadora criada por Fat Mike, do NOFX. Dê uma olhada em um dos singles do disco logo abaixo.

Rodrigo Ogi – Pé no Chão

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O rapper brasileiro Rodrigo Ogi, conhecido pelo seu trabalho no grupo Contrafluxo, mandou ver com seu novo EP Pé no Chão, que conta com participações de músicos como Emicida e Kiko Dinucci, além da produção de Nave.

Fleeting Circus – Restless Noise

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Fleeting Circus mergulhou de cabeça em sonoridades novas com Restless Noise, seu mais recente álbum de estúdio. O disco contou com a produção de Patrick Laplan e mistura diversas vertentes do rock com letras em inglês.

 

Barba Ruiva – Barba Ruiva

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O power trio Barba Ruiva fez sua estreia esse mês com um disco homônimo produzido por Maurício Negão (Marcelo D2, Frejat). O trabalho tem influências que permeiam os mais variados estilos — jazz, indie, samba, psicodélico, rock n’ roll.

Cafe Republica – Caravana

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Em Caravana, o Cafe Republica mistura diversas influências nacionais e internacionais com belos arranjos orquestrais e melodias psicodélicas, dando vida a um trabalho único e muito bem elaborado.

Crédito: Tony Alex

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com

MUSICAOV

Sou homem branco não gosto de diversão curto os games do xbox one e tranquilidade.

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